 |
|
|
|
|
Planeta
Urgente
|
|
|
Ecocientistas
Internacionais desmentem destruição da Amazônica
Os
ecocientistas Patrick Moore, do Greenpeace, e Philip Stott,
da revista Biogeography, divulgaram conclusões científicas
contrariando a propaganda difundida nos Estados Unidos e Europa
sobre a destruição da floresta Amazônica e suas conseqüências
para a humanidade.
Segundo
declaração conjunta dos cientistas, o movimento para salvar
a floresta Amazônica pode ser uma fraude. "Todos os argumentos
estão baseados numa falsa ciência. Além disso, atualmente
encontramos a floresta intacta em mais de 90%". A afirmação
está baseada em estudos realizados por meio de vôos e observação
de fotos de satélites de toda a área.
Eles
também desmentiram a afirmação de que a Amazônia é o "pulmão
do mundo" e que sua destruição causaria uma catástrofe ambiental.
"A idéia de que a floresta absorve gás carbônico e devolve
oxigênio é um mito. Somente as árvores novas, em fase de crescimento,
realizam a troca". Cientistas brasileiros já vinham insistindo
nessa tese. Os ecocientistas disseram que com relação ao sistema
mundial, as florestas tropicais são irrelevantes. "O clima
mundial é governado pelos oceanos".
topo

|
|
Cientistas
afirmam: salvadores da floresta são uma fraude
Respeitados
ecocientistas internacionais denunciaram, em conjunto, a armação
de uma fraude na campanha de salvação da floresta Amazônica,
divulgada nos Estados Unidos e na Europa.
Patrick
Moore, do Greenpeace, e Philip Stott, da revista Biogeography,
afirmam que pessoas estão sendo enganadas e extorquidas em
nome de um exagerado perigo ambiental. "A campanha terrorista
dos salvadores da floresta visa intimidar gente de boa-fé".
O roqueiro Sting é um dos acusados pelos cientistas, de divulgar
falsas propagandas internacionais visando apenas a angariação
de verbas para suas fundações. A fundação do roqueiro vem
realizando inúmeras promoções, como concertos, banquetes e
coquetéis a celebridades do meio artístico, para obter fundos.
Sting
costuma levar índios brasileiros para abrilhantar suas campanhas
no exterior.
topo

|
|
EUA
e Europa mudam mapa do Brasil
Um
mapa do Brasil, onde a floresta Amazônica aparece como "Área
de Preservação Ambiental Internacional" está sendo divulgado
nas escolas de ensino fundamental dos Estados Unidos e Europa.
Segundo
o que se ensina naquelas escolas, a floresta Amazônica não
pertenceria mais ao Brasil, e seria uma região internacional
a ser "administrada" em conjunto por todos os países do mundo,
devido a sua "importância" para o ecossistema do planeta.
Cientistas
brasileiros vêm denunciando, há décadas, uma campanha de internacionalização
da floresta Amazônica em nome da falsa afirmação de que a
floresta seria o "pulmão do mundo".
Um artigo assinado por Barry Wigmore, divulgado no "The New
York Post", reproduziu a opinião dos mais importantes ecocientistas
mundiais. Eles denunciam uma falsa campanha divulgada nos
EUA e Europa sobre o desmatamento e as conseqüências da destruição
da floresta.
topo

|
|
Água
será a grande riqueza
A
grande riqueza da floresta Amazônica não é a quantidade de
madeira ou a abundância de minerais. Cientistas são unânimes
em afirmar a "água" é a grande riqueza da região. Ali se encontra
a maior concentração de água potável do mundo, segundo a Fundação
Ondazul, da qual participa o cantor e compositor Gilberto
Gil.
Segundo a Fundação, apenas 1% da água do mundo é potável.
Cientistas e ONG's vêm alertando para o problema de uma possível
falta de água, o que está assustando o mundo.
Na Europa, a maioria dos países já convive com o racionamento.
Em algumas regiões da França, os moradores estão reduzindo
até o número de descargas nos banheiros.
Enquanto
isso, no Brasil, a consciência de que a água é um bem fundamental
e um recurso limitado, ainda não atingiu a população. É comum,
por exemplo, ver pessoas lavando carros e calçadas com mangueiras
sempre abertas. Um desperdício que não se vê em outros lugares
do mundo. Pior: os rios brasileiros viraram depósito de lixo,
efluentes industriais e esgoto doméstico.
topo
|
|
|
|
|
|